A Fenassojaf, através dos diretores Neemias Ramos Freire, Hebe-Del Kader Bicalho, Lúcia Bernardes e Julio Fontela, prestigiou o 1º Arraiá Virtual promovido na noite da sexta-feira (31) pela Assojaf/MG. O objetivo foi promover a integração entre os Oficiais de Justiça associados, além de proporcionar um momento de descontração e alegria entre os participantes.A confraternização, que aconteceu através da plataforma Zoom, teve duração de pouco mais de três horas e contou com a presença de Oficiais do interior e da capital mineira, além de colegas de São Paulo e do Distrito Federal, em um total de mais de 50 pessoas.A animação musical ficou a cargo da Oficiala Paola Giannini que fez os Oficiais dançarem dentro de casa. “Nós ficamos muito felizes e satisfeitos com a presença de todos os associados e demais convidados. Realmente nosso arraiá virtual foi um sucesso”, avalia a presidenta Paula Drumond Meniconi.Dirigentes da Aojus/DF e da Assojaf-15 também estiveram na festa remota da Associação de Minas Gerais.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo com informações da Assojaf/MG
Os diretores da Fenassojaf Eduardo Virtuoso (Jurídico) e Mariana Liria (Comunicação) participam, nesta terça-feira (04), da reunião do Núcleo de Oficiais de Justiça (Nojaf) do Sisejufe/RJ. Na ocasião, será debatido o tema VPNI X GAE que, de acordo com o sindicato, tem sido motivo de muitas dúvidas por parte da categoria.Além dos diretores, a assessora jurídica da Federação e do Sisejufe/RJ, Dra. Aracéli Rodrigues, também participa do encontro remoto, marcada para acontecer a partir das 9:30h.Mariana Liria lembra que o Rio de Janeiro foi o estado de origem, há três anos, da ameaça de retirada de direitos dos Oficiais de Justiça. “O Rio foi o primeiro estado atingido pelo corte das verbas. De lá para cá, muita coisa aconteceu, outros estados estão sendo atingidos e é necessário atualizar os colegas sobre a situação no estado e no país. Muitos servidores estão procurando o sindicato, estamos sendo muito demandados e por isso sentimos que havia necessidade de chamar todos os filiados para uma nova conversa sobre o tema. Vamos aproveitar para esclarecer nossa atuação enquanto Fenassojaf, totalmente harmônica e contando com a mesma assessoria do Sisejufe”, afirma.A reunião virtual acontece pela plataforma Zoom.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo com informações do Sisejufe/RJ
A diretoria da Fenassojaf reafirma o seu posicionamento contrário a qualquer tentativa de desvio de função de Oficiais de Justiça durante a pandemia do novo coronavírus.O caso mais recente foi registrado na Justiça Federal de São Paulo, onde a Juíza Corregedora da CEUNI, por sugestão da Diretora da Central de Mandados da Seção Judiciária, encaminhou pedido à Direção do Foro de apreciação sobre a possibilidade de aproveitamento dos Oficiais enquadrados no grupo de risco para atuação em outros setores que permitam o trabalho remoto, enquanto durarem as restrições impostas pela pandemia.A indicação feita pela chefia da Central informa que 36 Oficiais de Justiça – com atribuições externas – não se enquadram no conceito de teletrabalho, uma vez que a Resolução nº 227/2016 do CNJ determina que esta modalidade não se aplica às atividades que, em razão da natureza do cargo ou das atribuições da unidade da lotação, são desempenhadas externamente às dependências do órgão.Ainda de acordo com a diretora, os Oficiais também não cumprem jornada de trabalho, o que os impossibilita de qualquer tipo de compensação para os integrantes do grupo de risco, conforme estabelecido no artigo 6º da OS DFORnº 21/2020 do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.“Mas, considerando os temos do parágrafo 7º da Resolução do CNJ, sugiro consultar a E. Diretoria do Foro sobre sua aplicação, uma vez que na CEUNI não há demanda de teletrabalho para os Oficiais de Justiça”, finaliza. Segundo a Assojaf/SP, grande parte dos Oficiais de Justiça lotados na Central de Mandados de São Paulo estão vivendo momentos de tensão e indignação com a decisão da Corregedora. “Desta maneira todos os Oficiais de Justiça que estão enquadrados no grupo de risco foram alijados do trabalho remoto que vinham realizando desde o início da quarentena e colocados à disposição da Diretoria do Foro com recomendações para realizarem outras atividades, também remotas, mas que não guardam relação com a atribuição do cargo”, enfatiza o diretor da Associação Erlon Sampaio. De acordo com ele, “esse fato caracteriza assédio moral coletivo e pode configurar flagrante desvio de função”, finaliza o dirigente.A Fenassojaf observa que tentativas semelhantes foram registradas em Sergipe e Goiás. No tribunal sergipano, a ideia era arriscar a vida dos Oficiais de Justiça no trabalho presencial interno em gabinetes para a elaboração de votos e despachos. Entretanto, a medida foi combatida pelos próprios Oficiais e, de acordo com a Assojaf/SE, não seguiu adiante.Em Goiás, a Fenassojaf teve conhecimento sobre a pretensão de desvio das atribuições do cargo com os Oficiais da Subseção da Justiça Federal em Anápolis.Na avaliação da Federação, os Oficiais de Justiça podem manter as atividades por meio remoto mas necessitam que os tribunais forneçam as ferramentas necessárias para a atuação. “O que temos visto é a divulgação dos altos índices de produtividades dos tribunais ao longo do isolamento social, mas são poucos os que tem fornecido o devido suporte”, lembra o presidente Neemias Ramos Freire.Além disso, os Oficiais de Justiça de modo geral e aqueles em situação de risco, em especial, podem cumprir mandados por diligências remotas, como já vem ocorrendo em todo o país. “Os Oficias de Justiça querem ser produtivos na execução das suas funções. Aqui no Rio de Janeiro, por exemplo, os Oficiais integrantes do grupo de risco estão altamente produtivos no cumprimento dos mandados pelos meios remotos”, avalia a diretora de comunicação Mariana Liria."Vale ressaltar a necessidade do fornecimento das ferramentas e dados para o sucesso da diligência, que são facilitadas pelo fornecimento de telefones, números de WhatsApp e e-mails das executadas. No caso de pessoas jurídicas, essas informações são mais acessíveis. A maior dificuldade existe em relação às pessoas físicas, mas os tribunais poderiam fazer convênios para permitir a localização de informações como e-mails e números de celulares. Existem até sites de empresas privadas que fornecem essas informações, mediante pagamento, para empresas que vendem a crédito", completa o presidente Neemias Freire.“Nós precisamos ser proativos e apresentar propostas que demonstrem soluções para a nossa atuação durante a pandemia”, finaliza Mariana. ATUAÇÃO DA FENASSOJAF – Mais do que repudiar a possibilidade do risco e desvio da função, a Fenassojaf, no intuito de combater a prática, disponibiliza às associações filiadas um modelo padrão de ofício a ser remetido aos tribunais. Segundo o diretor jurídico Eduardo Virtuoso, o documento poderá ser utilizado pelas entidades caso ocorra ato concreto por parte das Administrações. “O ofício elaborado pelo escritório Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados poderá ser adaptado pelas entidades, em conformidade com o caso concreto”, afirma.De acordo com a assessoria da Fenassojaf, “o ato que designa servidores para o exercício de funções que não compõem as atribuições do cargo pode ensejar na improbidade administrativa, já que atenta contra os princípios que norteiam a Administração Pública”. A indicação foi reiterada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no julgamento do Agravo 1.660.156/RS que entendeu configurado “ato de improbidade administrativa a determinação de servidores para exercer atividades que competem a outros cargos”.Ainda de acordo com o Jurídico, “exigir o auxílio dos Oficiais de Justiça na elaboração de ordens judiciais, dentre outras tarefas, não se coaduna com as atribuições que lhe foram legalmente alcançadas. A Federação permanece atenta no combate à prática”, finaliza Eduardo Virtuoso.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região publicou, na terça-feira (28), uma nova resolução que prorroga o método de trabalho extraordinário devido à pandemia do novo coronavírus até o dia 31 de agosto no âmbito da Justiça Federal.A medida leva em consideração, entre outros pontos, a persistência da situação de emergência em saúde pública e a consequente necessidade de manutenção das medidas de distanciamento, com a redução da circulação de pessoas, e de prevenção ao contágio pelo vírus, de forma a colaborar com a atuação das autoridades governamentais, sem prejuízos dos serviços prestados.A última normativa publicada pelo Regional foi em 29 de junho e determinava, através da Resolução PRESI 10468182, o retorno gradual da movimentação dos autos, com limitações de publicação, intimação e carga a, no máximo, 50% das médias registradas antes da pandemia. Ainda de acordo com o TRF, os mandados serão cumpridos por Oficiais que não estejam no grupo de risco, com a utilização de equipamentos de proteção, “desde que o cumprimento do ato não resulte em aglomeração de pessoas ou reuniões em ambientes fechados”. Perícias, entrevistas e avaliações serão feitas desde que observadas as regras de distanciamento social e redução de concentração de pessoas, além das medidas sanitárias indicadas pelos órgãos competentes.Essa determinação também foi prorrogada com a publicação da Resolução PRESI 10714057 na terça-feira.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo
Os Oficiais da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) terão, nos dias 4 e 5 de agosto, uma capacitação em biossegurança. De acordo com a Seção Judiciária, o objetivo é instruir esses servidores para minimizar os riscos de contaminação pelo novo coronavírus durante o cumprimento das diligências.O curso acontece pela plataforma Zoom e, ao longo dos dois dias, o biólogo, mestre em Patologia e doutor em Biotecnologia, Jorge Luiz Araújo Filho, conhecido como Dr. Biossegurança, utilizará metodologias de ensino-aprendizagem para abordar conteúdos relacionados ao tema. O material da capacitação inclui um e-book e kit de vídeos sobre os cuidados necessários para a atividade externa. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a biossegurança é uma área de conhecimento definida como condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e o meio ambiente.As inscrições para o curso da JFPE estão abertas até esta sexta-feira (31).Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo com a JFPE
O senador Otto Alencar (PSD/BA) está em contato com o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia para dar seguimento à votação do Projeto de Lei nº 1328/2020, que suspende por 120 dias o pagamento das parcelas do crédito consignado.O texto foi aprovado há mais de um mês pelo Senado e aguarda o encaminhamento na Câmara. Servidores ativos e aposentados serão beneficiados com a medida, além dos trabalhadores da iniciativa privada.Autor do PL, Otto Alencar disse que esperava que a matéria fosse colocada em votação o mais rapidamente possível na Câmara, diante da necessidade de redução de despesas para os trabalhadores em geral neste momento de pandemia. “Eu acho que chegou a hora de colocar para votar até porque se tem um setor que tem tido lucros nesse período, esse setor é o dos bancos”, enfatiza.Para o senador, é importante que os servidores interessados na aprovação do projeto pressionem os deputados federais nos estados “para que eles tomem a iniciativa e tenham a sensibilidade de fazer o acordo de lideranças para que o presidente Rodrigo Maia coloque em votação”.Em entrevista à rádio Senado, Otto Alencar criticou a omissão do presidente da Câmara. “É apenas uma suspensão por quatro meses. Depois desse período, todos voltam a pagar com desconto em folha”.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo
A Assojaf/PB protocolou, nesta terça-feira (28), requerimento junto à Administração do TRT da 13ª Região para a realização de testes periódicos da Covid-19 nos Oficiais de Justiça, antes desses servidores serem indicados para o cumprimento de mandados externos.O pedido leva em consideração, entre outros itens, a determinação contida no Ato nº 83-TRT/SGP, que institui a retomada gradual das atividades presenciais no âmbito do TRT, com a execução das ordens judiciais, prioritariamente, pelos Correios, e “quando não for possível, mediante diligência por Oficial de Justiça”. A Associação enfatiza os dados divulgados em 24 de julho pelas autoridades do estado que informam sobre a ocorrência de 74.550 casos confirmados de contaminação pelo coronavírus, com 1.653 mortes, sendo 35 apenas na última sexta-feira (24).“Tais dados apenas reforçam a responsabilidade que o TRT da 13ª Região deve ter com seus servidores, in casu, os Oficiais de Justiça Avaliadores, pois na medida que eles forem designados para o cumprimento de alguma atividade externa, a saúde, a integridade física e a vida desses profissionais, dos seus familiares e dos seus colegas de trabalho serão colocadas em risco, tendo em vista que já estão comprovados os danos que esta nova doença pode causar no ser humano, sendo alguns deles irreversíveis”, afirma.A Assojaf/PB cita, ainda, o exemplo do TJ Amapá que disponibilizou a testagem para os servidores sendo que, num universo de 45 profissionais, dois foram detectados com IgG positivo e um infectado pelo vírus, “o que revelou a importância e a eficácia da medida de prevenção adotada”.Para a entidade, a ação busca complementar as medidas de prevenção e reduzir as chances de transmissão, mantendo a operacionalidade do serviço e prevendo melhores condições de controle da saúde dos Oficiais de Justiça da Corte trabalhista, além de oferecer segurança à população que mantém contato direto com os trabalhadores na prestação dos serviços públicos.“Assim sendo, além das preciosas medidas já adotadas pela presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, faz-se imprescindível que sejam dispensados cuidados mais acentuados em relação aos Oficiais de Justiça, a fim de protege-los e de proteger aqueles que entram em contato com esses servidores, priorizando o retorno das atividades por aqueles que já estejam apresentado o IgG positivo”, finaliza a associação.Fonte: Assojaf/PB
A Assojaf-MG realizou, na tarde desta terça-feira (28), um debate com transmissão ao vivo sobre os questionamentos feitos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o recebimento cumulativo da VPNI e GAE pelos Oficiais de Justiça.O tema já vem sendo discutido desde 2019 e tem preocupado Oficiais federais de todo o Brasil, diante das determinações e notificações promovidas pelos tribunais.A conversa desta terça contou com as presenças dos diretores da Fenassojaf Neemias Ramos Freire e Eduardo Virtuoso, que fizeram um resgate histórico da matéria e abordaram as ações implementadas pela Federação no combate às perdas remuneratórias. O presidente Neemias Freire lembrou que a medida atinge Oficiais de Justiça do Judiciário Federal que ingressaram na carreira até setembro do ano 2000 “porque foi possível incorporar parcelas chamadas de Vantagem Pessoal (VPNI)”.Ainda de acordo com ele, a Fenassojaf está atenta à situação e firmou contrato com o escritório jurídico do advogado Sérgio Bermudes para atuar em seis mandados de segurança que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) “para tentar mudar o entendimento do STF em relação a essa ameaça”, explicou.“O escritório do Dr. Sérgio Bermudes irá atuar somente no STF e naquelas processos que já estão tramitando há bastante tempo”, completou Eduardo Virtuoso. O diretor jurídico também lembrou que a Federação não possui legitimidade jurídica para representar os Oficiais de Justiça e promoverá ação indireta na defesa dos servidores. “Nós esperamos conseguir modificar algumas decisões e que essa atitude influencie o TCU”. O assessor jurídico das entidades Dr. Rudi Cassel lembrou que a VPNI X GAE é um tema recorrente, que possui importância nos rendimentos dos Oficiais de Justiça que tiveram a incorporação de quintos de FCs “recebendo esses valores por mais de 20 anos”.A transmissão teve, ainda, a participação do diretor jurídico da Assojaf-MG Geraldo Magela Fernandes, que falou sobre as providências tomadas pela associação e deu detalhes da situação atual da medida no TRT de Minas Gerais. Já o Oficial da Justiça Federal Marco Paiva destacou a criação de um grupo via WhatsApp de Oficiais da JF interessados no assunto e também passou informações sobre como o TRF-1 tem se posicionado em relação à indicação da Corte de Contas.O debate promovido pela Assojaf-MG está disponível no canal da Fenassojaf no Youtube e também na página da Federação no Facebook. CLIQUE AQUI para assistir Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo com a Assojaf/MG
A Aojus obteve vitória em um Mandado de Segurança Coletivo para a concessão do porte de arma institucional aos Oficiais de Justiça no exercício da função. O TRF da 1ª Região reformou sentença do Juízo de Primeiro Grau e reconheceu o direito ao porte de arma no desempenho da atividade. Na Ementa disponibilizada pelo Regional, a Desembargadora Relatora Daniele Maranhão afirma que os Oficiais de Justiça se submetem “potencialmente a riscos à sua integridade física no desempenho de uma das principais atribuições do seu cargo, qual seja, a execução dos mandados judiciais, muitas vezes com a realização de diligências com conteúdo persuasivo realizadas em locais com altos índices de violência”. No voto, acompanhado por unanimidade, a magistrada ainda explica que a Instrução Normativa nº 23/2005 – DG/DPF inclui no conceito de atividade de risco aquelas relacionadas à execução de ordens judiciais. “Ante o exposto, dou provimento à apelação para reformar a sentença e determinar que a autoridade impetrada, desde que não haja outro impedimento, expeça a autorização para o porte de arma de fogo requerido pelo impetrante, cujo uso deve se dar no exclusivo desempenho de suas atribuições funcionais”, finaliza. “Essa é mais uma conquista expressiva da nossa Associação, fato que chama a atenção dos colegas para manterem-se filiados à AOJUS, visto que algumas vitórias advêm somente após um considerável intervalo de tempo”, enfatiza o presidente Ivan Rodrigues. Diante da decisão em favor dos Oficiais associados, a Aojus busca opções de cursos e novos convênios para a capacitação dos interessados no porte de arma.Fonte: Aojus
A Comissão de Atenção à Saúde, ao Trabalho e à Segurança dos Oficiais de Justiça da JFRS divulgou, nesta segunda-feira (27), uma Cartilha de Orientações de Saúde dirigida aos Oficiais de Justiça para quando do retorno das atividades presenciais ou para os casos de cumprimento de mandados de urgência durante a pandemia.Instituída pela Portaria 2305/2019 e ratificada pela Portaria 566/2020, a Comissão é oriunda de uma proposta apresentada pela Assojaf/RS à Seção de Psicologia da Justiça Federal há cerca de dois anos. A Comissão é formada por 13 representantes da categoria, indicados pela CEMPA, Assojaf/RS, Sintrajufe, Núcleo de Acompanhamento e Desenvolvimento Humano, e pelas subseções da Justiça Federal no RS.Veja AQUI a Cartilha produzida pela JFRSFonte: Assojaf/RS
A Fenassojaf contratou o escritório do advogado Sérgio Bermudes para atuar nos processos em tramitação perante o Supremo Tribunal Federal, na defesa da manutenção do pagamento cumulativo da VPNI oriunda de Funções Comissionadas com a GAE. Trata-se de um escritório com forte atuação junto aos Tribunais Superiores e com reconhecida capacidade técnica.1 – BREVE HISTÓRICO – No segundo semestre de 2019, tribunais de todo o país começaram a notificar os Oficiais de Justiça, por determinação do TCU, em relação a indícios de ilegalidade no pagamento cumulativo da VPNI oriunda de Funções Comissionadas com a GAE. O maior número de notificações ocorreu na Justiça Federal. O ritmo das notificações foi diferente. Na Justiça Federal o assunto chegou ao Conselho da Justiça Federal, por provocação do TRF-2, o que levou o sobrestamento das notificações perante alguns tribunais, eis que outros já haviam notificado. Em fevereiro o CJF, durante sessão ordinária realizada na cidade de São Paulo, aprovou o voto do Conselheiro Vistor desembargador Carlos Moreira Alves que orientou os tribunais quanto ao procedimento a ser seguido em relação ao questionamento do TCU. A partir daí as notificações foram retomadas. Já na Justiça do Trabalho os processos seguiram num ritmo mais intensificado, pois a questão não chegou ao CSJT, o que levou alguns tribunais a levarem adiante os procedimentos. Assim, na Justiça do Trabalho os processos estão mais adiantados embora nem todos os tribunais tenham procedido às notificações.2 - ATUAÇÃO DA FEDERAÇÃO 2.1 – PROCEDIMENTOS INICIAIS E SEGUINTES - A Federação, por sua assessoria jurídica, tão logo começaram as notificações, disponibilizou Nota Técnica e um modelo de Defesa Padrão para utilização pelos Oficiais em suas defesas administrativas perante os Tribunais. Recentemente a Defesa Padrão foi atualizada e aprofundada. Também será fornecido pela Federação um modelo de Pedido de Reconsideração e Recurso administrativo, que poderá ser utilizados pelos Oficiais e por suas filiadas ainda na fase administrativa. Além de propiciar a defesa aos Oficiais de Justiça, assim que tomou conhecimento da consulta formulada pelo TRF2 perante o CJF a FENASSOJAF passou a atuar fortemente em Brasília, efetuando contatos com ministros do STF, com os Presidentes dos Tribunais Regionais Federais durante as sessões do CJF e com o próprio Conselheiro Vistor do processo que tramitou no CJF. Em todos os contatos foi entregue farta documentação e memoriais procurando demonstrar a inconsistência do entendimento da Corte de Contas. A atuação se deu, também, nas capitais que são sede de Tribunais Regionais Federais. A Federação também ingressou no processo que tramitou perante o CJF (consulta do TRF2), porém sua intervenção foi rejeitada pelo Relator. Não obstante não ter sido aceita no processo a Federação efetuou a entrega de memoriais aos Conselheiros em mais de uma oportunidade, conforme referido.2.2 – DEFESA ADMINISTRATIVA X JUDICIALIZAÇÃO – A estratégia da Federação sempre foi de esgotar a esfera administrativa evitando-se a precoce judicialização. Assim, a Federação incentivou suas filiadas a contatarem as administrações, notadamente nas cidades que são sedes de Tribunais Regionais Federais, bem como forneceu as peças para as defesas individuais conforme referido no item 2.1 acima. A atuação em juízo só é recomendada em havendo o corte. Assim, enquanto os processos tramitarem na esfera administrativa a recomendação da Federação sempre será pelo esgotamento de suas vias. 3 – ENTENDA O QUESTIONAMENTO - Os primeiros questionamentos por parte da Corte de Contas surgiram no âmbito do TRF2 com a negativa do TCU em efetuar o registro de aposentadorias de servidores bem como a determinação para que a administração emitisse novos atos de concessão devendo os servidores optar pela percepção da GAE ou da VPNI. Segundo a Corte de Contas não é possível o pagamento cumulativo da VPNI oriunda das Funções Comissionadas com a Gratificação de Atividade Externa porque as antigas Funções Comissionadas originadas das Gratificações de Representação de Gabinete não decorriam do exercício de funções de confiança, não dependiam de “escolha da autoridade” que “tampouco poderiam ser ocupantes ser demitidos “ad nutum”. O entendimento da Corte de Contas não reflete a realidade eis que a “investidura” nas funções dependia, sim,” de indicação da autoridade”, e havia o caráter “ad nutum”, tanto é que eram comuns a substituições de funções entre os servidores, pois não havia função para todos. Ademais não havia o Direito subjetivo a percepção de Funções Comissionadas, existindo, ainda, outras inconsistências no entendimento da Corte de Contas. 4 - SITUAÇÃO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – Tramitam no STF seis Mandados de Segurança individuais impetrados por servidores aposentados que tiveram o registro de suas aposentadorias parcialmente negados pelo TCU. Alguns processos estão em turmas. Outros em gabinetes dos ministros. As decisões tomadas nestes processos são desfavoráveis aos servidores. Nestes processos a Corte de Contas considerou ilegal o pagamento da VPNI cumulado com a GAE nos proventos da aposentadoria. Decorre que a situação é muito grave. 5- ATUAÇÃO DO ESCRITÓRIO SERGIO BERMUDES – O escritório do advogado Sérgio Bermudes foi contratado para atuar em parceria com o escritório que representa os aposentados que é o mesmo escritório que presta assessoria jurídica a FENASSOJAF e será concentrada nos seis processos referidos no item três acima. É uma tentativa da Federação de alterar a jurisprudência que está se consolidando no STF. Assim, a atuação da Federação na Suprema Corte dar-se-á de forma indireta. A Federação espera que a atuação conjunta do escritório do advogado Sergio Bermudes num trabalho conjunto com sua assessoria jurídica possa reverter o grave quadro hoje existente na Suprema Corte.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo com o diretor Eduardo Virtuoso
A Fenassojaf realizou o mapeamento do número de mortes por infecção do novo coronavírus entre os Oficiais de Justiça em todo o Brasil.Desde o início da pandemia, em março de 2020, o oficialato federal e estadual contabilizou 15 óbitos em oito estados brasileiros. Como demonstrado no levantamento gráfico, os maiores índices foram em São Paulo e Pará com quatro falecimentos cada. A segunda região com mais casos foi o Rio de Janeiro que contabilizou dois falecimentos de Oficiais por Covid-19. Há ainda registros nos estados do Amazonas, Alagoas, Goiás, Mato Grosso e Rio Grande do Norte, com um Oficial cada. O número representa 35% da quantidade de mortes registradas entre os servidores do Poder Judiciário. Até esta segunda-feira (27), são 43 servidores falecidos.“É preciso destacar que os Oficiais de Justiça possuem características diferentes dos demais servidores, pois, mesmo com as possibilidades de cumprimento de mandados pelas vias eletrônicas, eles ainda se arriscam nas ruas para as diligências urgentes. Nós não podemos ignorar esses dados e nos mantermos empenhados para a garantia da segurança, da saúde e da vida de todo o oficialato”, enfatiza o presidente Neemias Ramos Freire.A ilustração do mapa foi feita espontaneamente pelo geógrafo e especialista em geoprocessamento Eduardo Virtuoso, filho do diretor jurídico da Fenassojaf.Atualização – A última divulgação promovida pela Fenassojaf informava o número de 14 Oficiais de Justiça falecidos pelo novo coronavírus no Brasil. No entanto, novo levantamento mostra que uma colega do TJPA foi vítima da infecção, o que eleva o registro para 15 mortes.Os Oficiais que não resistiram à doença são: José Dias Palitot (TRT-2), Clarice Fuchita Kresting (TRT-2), João Alfredo Portes (TJSP), Kleber Bulle da Rocha (TJRJ), Roberto Carvalho (TJPA), Wanderley Andrade Rodrigues (TJAM), Léo Damião Braga (TRT-1), Maurício Maluf (TJPA), Adelino de Souza Figueira (TJGO), Valter Campos de Almeida (TJSP), Oldeildo Marinho (TJPA), Ronaldo Luiz Diógenes Vieira (TJRN), Cristiana de Medeiros Luna (TJAL), Dora Bastos Costa (TJPA) e Eliseu Rangel Soares (MT).Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo
Mais de 30 Oficiais de Justiça do Rio Grande do Norte participaram, na última semana, do curso sobre “Realização de Atos Processuais por meios eletrônicos em tempos de pandemia” promovido entre os dias 22 e 24 de julho pelo TRT da 21ª Região.O treinamento foi promovido na modalidade telepresencial, em uma iniciativa da Escola Judicial do TRT e desenvolvido pelos servidores da Divisão de Inteligência do Regional do Rio Grande do Norte, Felipe Gurgel Cunha, Geórgia Holanda Ribeiro dos Santos e Jácio Adriano Bezerra Maranhão.Ao todo, 33 Oficiais de Justiça, sendo 23 da Justiça do Trabalho, nove da JFRN e um do TRT-9, participaram do curso que teve o objetivo de viabilizar a realização de atos processuais por meios eletrônicos durante a pandemia, por meio do uso das ferramentas de localização do endereço e telefone das partes, advogados e testemunhas do processo. Outras metas da capacitação foram otimizar as rotinas de trabalho, reduzir o tempo de tramitação processual e viabilizar as determinações dos arts. 13 e 14 do Ato GP TRT nº 54/2020.“Esse Ato 54 autoriza a utilização dos meios eletrônicos para o cumprimento dos mandados. Então o nosso objetivo é fazer, de uma maneira bem rápida e simples, o treinamento dos Oficiais de Justiça para o uso dessas ferramentas”, informa o instrutor Felipe Gurgel.O Oficial de Justiça explica que, durante os três dias de curso, os participantes tiveram conhecimento e um passo a passo sobre a utilização do Infoseg, Serpro e uma ferramenta específica denominada Matilha, utilizada pelo Regional do RN através de um convênio com o Ministério Público daquele estado.A Fenassojaf esteve presente no treinamento através do presidente Neemias Ramos Freire e encaminhou depoimento sobre o uso das ferramentas eletrônicas no TRT de São Paulo.Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo
A Fenajufe realiza, no início da noite desta sexta-feira (24), um debate sobre “Oficiais de Justiça no Pós-Pandemia e direitos atacados”.O tema será abordado pelos Oficiais de Justiça Thiago Duarte Gonçalves, diretor licenciado da Aojustra e coordenador da Federação dos servidores; Carlos Antônio Moreira dos Santos, presidente da Assojaf/CE e Beatriz Mazzei Massariol, do Sintrajud/SP.De acordo com a Fenajufe, o objetivo é tratar da situação dos Oficiais de Justiça frente o cenário desenhado pela pandemia da Covid-19 e a retirada de direitos patrocinada pelo governo e Congresso Nacional. O debate acontece a partir das 18:30h com transmissão ao vivo pelo Youtube. Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região publicou, nesta sexta-feira (24), a Resolução nº 37/2020, que estende o trabalho remoto até o final do mês de agosto.A normativa leva em consideração, entre outros, os dados apresentados pelas Secretarias e Comitês de Saúde dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná, referentes às quinzenas de 15 a 30 de junho e 1º a 15 de julho, acerca da evolução dos casos confirmados da Covid-19, de óbito, bem como a taxa de ocupação dos leitos de UTIs por pacientes com o novo coronavírus, que indicam um aumento na curva epidemiológica de contágio. Até 31/08 permanecem suspensos os prazos dos processos físicos e o fechamento dos prédios da Justiça Federal da 4ª Região para atendimento ao público.“Os regimes de plantão extraordinário e de teletrabalho integral compulsório permanecerão em vigor para as unidades judiciárias e administrativas da Justiça Federal de Primeiro e Segundo Graus da 4ª Região”.Veja AQUI a Resolução nº 37 do TRF-4Fonte: Assojaf/RS
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, na próxima quarta-feira (29), às 15 h, o evento “Trabalho remoto no Judiciário: resultados do uso da plataforma webex”, destinado a todos os órgãos do Poder Judiciário.Com duração de duas horas, o evento será transmitido pelo canal do CNJ no Youtube.A palestra tem como objetivo demonstrar o valor da utilização da solução Cisco – Webex no ambiente dos tribunais e indicar caminhos para o futuro do trabalho remoto no Judiciário brasileiro. O sistema de videoconferência já é usado em algumas regiões para o cumprimento de mandados por Oficiais da Justiça Federal, quando da intimação de réus presos.Fonte: CNJ, editado por Caroline P. Colombo
A Corregedora Regional do TRT-1, no Rio de Janeiro, Desembargadora Mery Bucker Caminha, emitiu, na sexta-feira (17), Ofício Circular encaminhado aos juízes das Varas do Trabalho daquela Região onde esclarece sobre a indicação de urgência nos mandados e reafirma a prioridade do uso dos meios eletrônicos para o cumprimento das diligências.A medida faz parte de uma atuação conjunta do Sisejufe/RJ e Assojaf/RJ que se reuniram com a Desembargadora para tratar de assuntos relacionados ao cumprimento das ordens judiciais durante e após o período de isolamento social, “bem como outros procedimentos afetos aos Oficiais de Justiça”, explica a magistrada.No documento, Dra. Mery Bucker lembra que os Oficiais só deverão realizar diligências presenciais consideradas urgentes, que possuem possibilidade de perecimento de direitos ou as relacionadas à permanência em planos de saúde, com rodízios estabelecidos pelos gestores e juízes diretores das comarcas e Varas do estado.“Destarte, clamo que alertem aos servidores para que continuem a expedir os mandados, mas que atentem para que não seja registrado como “mandado urgente” aquele que não se enquadra nas situações previstas no §6º, do art.3º” do Ato Conjunto nº 2/2020, ressalta a Corregedora.O Ofício Circular ainda reafirma o uso dos meios eletrônicos para a efetivação de atos judiciais na Justiça do Trabalho. “Por isto, oriento que priorizem o e-carta como meio eletrônico de comunicação, bem como utilizarem todo meio tecnológico de comunicação, como telefone, e-mail, WhatsApp ou qualquer outro que possibilite a prática do ato e mantendo o recomendado distanciamento”, afirma.No final, a Corregedora Regional ressalta que Sisejufe/RJ e Assojaf/RJ solicitaram que haja prévia intimação das partes para que informem os endereços eletrônicos taltaltal para inclusão nos mandados.“Com a certeza de que entendem a importância destas medidas, para preservação da vida e da saúde dos Oficiais de Justiça, me despeço, renovando manifestação de estima e consideração”, finaliza a Dra. Mery Bucker Caminha. A diretora da Fenassojaf e Sisejufe/RJ Mariana Liria esteve na reunião com a Desembargadora e ressalta o conteúdo do ofício da Corregedoria do TRT da 1ª Região “que de fato acolheu integralmente a concepção protetiva aos Oficiais de Justiça que havíamos defendido na reunião. Vimos que a Administração compartilhava nossas preocupações de dar seguimento à prestação jurisdicional, mas resguardando os servidores e suas famílias, especialmente em face das estatísticas que comprovam que o oficialato é o segmento mais atingido pela pandemia dentro do Judiciário”. Na avaliação de Pietro Valério, diretor da Federação e da Assojaf/RJ, a emissão do ofício representa um ganho de parceria entre as entidades representativas do oficialato e a Administração do Tribunal da 1ª Região e demonstra a sensibilidade da Corregedoria Regional com as questões dos Oficiais de Justiça. “Esta é mais uma prova da importância do trabalho conjunto das entidades em favor dos interesses dos Oficiais de Justiça”, reforça.“A Fenassojaf, o Sisejufe/RJ e a Assojaf/RJ seguem trabalhando pela valorização do segmento e exortando os colegas a se empenharem ao máximo no cumprimento remoto das ordens judiciais, na expectativa de que seja editado ato específico no TRT1 que venha a respaldar ainda mais essa sistemática temporária de trabalho”, finaliza Mariana.Veja AQUI a íntegra do Ofício Circular da Corregedoria do TRT/RJDa Fenassojaf, Caroline P. Colombo
O diretor jurídico da Fenassojaf Eduardo Virtuoso participa, na próxima terça-feira (28), de um debate promovido pela Assojaf/MG sobre o pagamento cumulativo da VPNI e GAE para os Oficiais de Justiça ativos e aposentados.A conversa, que terá transmissão ao vivo pelo canal da Associação no Youtube e página no Facebook, contará ainda com as presenças do assessor jurídico da Federação e da Assojaf/MG, advogado Rudi Cassel; do diretor da Associação Geraldo Magela e do Oficial da Justiça Federal de Minas Gerais, Marco Paiva.O objetivo será tratar sobre a atual situação referente aos questionamentos feitos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), além do trabalho desempenhado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e as últimas decisões da Corte quanto ao tema.Os participantes também irão ponderar as estratégias e possibilidades de defesa dos Oficiais de Justiça atingidos pela medida.A live da Assojaf/MG acontece a partir das 17 horas da próxima terça-feira. “Este é um tema que tem preocupado Oficiais de Justiça de todo o Brasil e precisamos encontrar possibilidades para a reversão da medida imposta pelo TCU. Por isso, contamos com a audiência e participação de todos os colegas em mais este importante debate promovido pela Assojaf Minas”, enfatiza a presidente Paula Drumond Meniconi.Além dos canais da Associação de MG, a Fenassojaf também irá reproduzir o debate em sua página no Facebook. Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo com informações da Assojaf/MG